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30/04/2019

Segurança digital para crianças e adolescentes

Segurança digital para crianças e adolescentes

É fato: o mundo digital faz parte da infância da nova geração. Celulares, tablets e computadores têm disputado espaço na rotina das crianças e, por muitas vezes, se transformado em dor de cabeça para os pais.

Mas não se engane achando que as crianças estão apenas tirando selfies e brincando com aplicativos de jogos. A Internet também vem sendo utilizada cada vez mais cedo e o desafio da família em acompanhar e orientar os filhos sobre como interagir com o mundo virtual e reagirem aos perigos que nele se escondem, tem se tornado um tema muito relevante e delicado.

Criar mecanismos de segurança, limitar o uso diário de cada equipamento com tela, supervisionar acessos e até mesmo tratar de assuntos como bullying virtual tornaram-se vitais na educação e uso saudável do ambiente online.

Com o objetivo de auxiliar os pais nessa tarefa, seguem algumas dicas e sugestões. Veja só:
1.    Converse com o seu filho e oriente sobre a privacidade: é importante dialogar sobre o tipo de comportamento e pessoas a serem evitadas nas redes. Busque acompanhar os conteúdos que seu filho está acessando, sejam jogos, aplicativos e até mesmo as redes sociais e tenha acesso livre para fiscalizar. Oriente, por exemplo, para que eles não postem fotos, não revelem qualquer endereço ou informação pessoal, não conversem com estranhos ou acessem links que sejam enviados (e que podem conduzi-los a páginas indesejadas ou ativar algum vírus no equipamento).

2.    Utilize práticas que facilitem o monitoramento: instale o computador em um local no qual seja possível verificar e monitorar suas atividades, tenha acesso às senhas do seu filho e verifique com regularidade o histórico de navegação.

3.    Imponha limites de tempo para uso da internet: isso colabora para que as crianças não exagerem na navegação e possibilita que tenham tempo para outras atividades. Além disso, você pode estabelecer horários nos quais estará por perto para supervisionar.

4.    Se encontrar algo suspeito em históricos ou buscas, oriente seu filho e fale abertamente sobre os perigos que ele está exposto com esse tipo de comportamento.

5.    Instale filtros de conteúdo e limite o acesso às páginas, além de instalar softwares de segurança nos dispositivos, como antivírus e antiphishing. Simples erros de digitação são capazes de expor a criança a conteúdos inadequados para a sua idade. Faça uma pesquisa e encontre o filtro que melhor atende às suas necessidades ou então bloqueie você mesmo páginas e conteúdos, autorizando apenas links confiáveis (uma dica é conferir se a página oferece um cadeado próximo ao endereço, o que reforça sua segurança).

E não esqueça: o ambiente virtual pode ser um lugar de muito aprendizado, desenvolvimento de habilidades e entretenimento. Sendo bem utilizado, repercute de forma positiva na educação e desenvolvimento das crianças. Cabe aos pais o controle e o diálogo, de forma que elas possam aproveitar todas as vantagens que a tecnologia proporciona.

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